Israel
Protesto espontâneo após tentativa de imolação
por Lusa, publicado por Elisabete SilvaHoje
Cerca de mil israelitas saíram ontem à noite à rua num protesto convocado
durante o dia nas redes sociais em solidariedade com o manifestante
hospitalizado em estado grave após tentar imolar-se pelo fogo no sábado.
Os manifestantes marcharam
sobre a concorrida autoestrada Ayalón, que circunda Telavive, pode
ver-se nas imagens que difundiram em direto através na Internet, mas
antes concentraram-se em frente à sede da segurança social, alvo das
críticas do manifestante Moshe Silman, de 57 anos, na carta que
distribuiu antes de se incendiar.
"Vai ser a manifestação da raiva", disse Yael Ben Yefet, um dos cibernautas que convocaram a manifestação de hoje, colocando nas redes sociais a nota em que Silman acusava o Estado israelita de lhe ter "roubado tudo".
Durante o protesto de hoje, os manifestantes pediram a demissão do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e do ministro das Finanças, Yuval Steinitz, que Silman culpava diretamente pela sua desgraça.
Seis pessoas foram detidas por bloquear a via pública e três delas foram libertadas pouco depois, segundo os manifestantes.
A tentativa de imolação pelo fogo de Silman, que comoveu o país e provocou declarações desde hoje de manhã tanto do governo como da oposição, inspirou ainda protestos mais pequenos em três outras cidades: Jerusalém, Haifa e Beer Sheva.
"Vai ser a manifestação da raiva", disse Yael Ben Yefet, um dos cibernautas que convocaram a manifestação de hoje, colocando nas redes sociais a nota em que Silman acusava o Estado israelita de lhe ter "roubado tudo".
Durante o protesto de hoje, os manifestantes pediram a demissão do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e do ministro das Finanças, Yuval Steinitz, que Silman culpava diretamente pela sua desgraça.
Seis pessoas foram detidas por bloquear a via pública e três delas foram libertadas pouco depois, segundo os manifestantes.
A tentativa de imolação pelo fogo de Silman, que comoveu o país e provocou declarações desde hoje de manhã tanto do governo como da oposição, inspirou ainda protestos mais pequenos em três outras cidades: Jerusalém, Haifa e Beer Sheva.

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